AOS QUE ME TEMEM
Não tenha medo de mim,
Eu não quero o seu Poder.
O Poder que quero eu já tenho.
É o Poder do posso sem posse;
De que tudo posso, porque acredito.
O Poder de sonhar meus sonhos impossíveis
E de realizá-los bem diante da sua descrença.
Porque onde lhe falta a visão, sobra-me lentes;
O Poder de ser eu mesmo: autêntico;
De falar e ser ouvido, a qualquer momento.
Poque falo o que deve ser dito,
(Sem farsa, sem curvas, sem medo)
E o dito tem fundamento!
Se você não fala o que pensa
Ou mesmo não pensa, só fala... lamento!
Eu não quero o seu Poder.
O Poder que quero eu já tenho.
É o Poder do posso sem posse;
De que tudo posso, porque acredito.
O Poder de sonhar meus sonhos impossíveis
E de realizá-los bem diante da sua descrença.
Porque onde lhe falta a visão, sobra-me lentes;
O Poder de ser eu mesmo: autêntico;
De falar e ser ouvido, a qualquer momento.
Poque falo o que deve ser dito,
(Sem farsa, sem curvas, sem medo)
E o dito tem fundamento!
Se você não fala o que pensa
Ou mesmo não pensa, só fala... lamento!
FELIZ
adjetivo subjetivo
objetivo substantivo
objetivo substantivo
Postado por Martone Maciel em
Curtinhas
on 3/09/2010 11:48:00 PM
SOBRE A EXISTÊNCIA, A CONSCIÊNCIA E A FELICIDADE
Nada melhor do que o prazer das coisas simples sem nenhuma “etiqueta” indicando o preço.
Há algum tempo venho me questionando sobre a realidade da nossa EXISTÊNCIA. É que o mundo tem se conduzido de forma que “existir” torna-se cada vez mais uma tarefa difícil de cumprir.
Sempre afirmei que para existir basta que se tenha a CONSCIÊNCIA da própria existência. Mas isso parece mais complicado com o passar do tempo, porque as pessoas parecem estar resumindo tudo em suas vidas a um aspecto patrimonial. Tudo tem um preço!
Parece dúbio e suspeito para alguém como eu que trabalho com interesses e benefícios que no fim ficam reduzidos a um valor pecuniário. Mas o que tenho vivido neste últimos anos é a realização de experiências e prazeres que estão disponíveis a todos. E o melhor, não se paga nada por eles. Seja porque são da natureza exterior, seja da natureza própria do homem. Bens imateriais que se conquistam apenas por aqueles que se permitem EXPERIMENTAR.
Com o avanço da tecnologia e do consumismo, o homem tem se perdido na dimensão do “TER”, para satisfazer as suas necessidades (digo todas elas!), empregando as suas forças na produção de riquezas materiais que não suportarão os efeitos do tempo, porque são tão perecíveis quanto Ele mesmo. E tudo se torna muito complicado. Pois para manter a riqueza, é necessário mais e mais e mais riqueza, já que tudo que é material se acaba com o tempo.
Quantas vezes, ultimamente, você que me lê sentiu-se feliz por acordar e ver um belo dia de sol, e celebrou a existência? Sentiu prazer em respirar o ar fresco da grama molhada pelo orvalho? Regozijou com uma brisa alisando o seu rosto numa tarde agradável de um dia qualquer? Disse EU TE AMO a uma pessoa querida sem que isso importasse numa obrigação ou compromisso, mas mero ato espontâneo de agradecimento por todo o bem que essa pessoa lhe faz/traz (ou não...)? Caminhou, calmamente, sem direção ou pressa de chegar, conversando sozinho e com as árvores, os pássaros...? Agradeceu, quem quer que seja, pela oportunidade de EXISTIR?
A beleza de tudo que temos está nas coisas mais simples que o universo exterior e interior podem nos oferecer, sem que precisemos pagar nada por elas.
Quero SER feliz existindo num mundo de sonhos. Onde eu possa exercer a minha humanidade compartilhando e experimentando tudo que não se possa valorar, porque não se pode comprar ou vender. Tudo que, ainda com nada, tudo me reste, porque CONSCIENTE de que, NO MEU MUNDO, NÃO SÃO AS COISAS QUE ME DÃO SENTIDO. EU QUE DOU SENTIDO A TODAS AS COISAS.
Quando me perguntam se tenho um sonho, respondo: Eu queria uma existência onde eu pudesse apenas “SER”, só ser...
“SER” HUMANO.
Há algum tempo venho me questionando sobre a realidade da nossa EXISTÊNCIA. É que o mundo tem se conduzido de forma que “existir” torna-se cada vez mais uma tarefa difícil de cumprir.
Sempre afirmei que para existir basta que se tenha a CONSCIÊNCIA da própria existência. Mas isso parece mais complicado com o passar do tempo, porque as pessoas parecem estar resumindo tudo em suas vidas a um aspecto patrimonial. Tudo tem um preço!
Parece dúbio e suspeito para alguém como eu que trabalho com interesses e benefícios que no fim ficam reduzidos a um valor pecuniário. Mas o que tenho vivido neste últimos anos é a realização de experiências e prazeres que estão disponíveis a todos. E o melhor, não se paga nada por eles. Seja porque são da natureza exterior, seja da natureza própria do homem. Bens imateriais que se conquistam apenas por aqueles que se permitem EXPERIMENTAR.
Com o avanço da tecnologia e do consumismo, o homem tem se perdido na dimensão do “TER”, para satisfazer as suas necessidades (digo todas elas!), empregando as suas forças na produção de riquezas materiais que não suportarão os efeitos do tempo, porque são tão perecíveis quanto Ele mesmo. E tudo se torna muito complicado. Pois para manter a riqueza, é necessário mais e mais e mais riqueza, já que tudo que é material se acaba com o tempo.
Quantas vezes, ultimamente, você que me lê sentiu-se feliz por acordar e ver um belo dia de sol, e celebrou a existência? Sentiu prazer em respirar o ar fresco da grama molhada pelo orvalho? Regozijou com uma brisa alisando o seu rosto numa tarde agradável de um dia qualquer? Disse EU TE AMO a uma pessoa querida sem que isso importasse numa obrigação ou compromisso, mas mero ato espontâneo de agradecimento por todo o bem que essa pessoa lhe faz/traz (ou não...)? Caminhou, calmamente, sem direção ou pressa de chegar, conversando sozinho e com as árvores, os pássaros...? Agradeceu, quem quer que seja, pela oportunidade de EXISTIR?
A beleza de tudo que temos está nas coisas mais simples que o universo exterior e interior podem nos oferecer, sem que precisemos pagar nada por elas.
Quero SER feliz existindo num mundo de sonhos. Onde eu possa exercer a minha humanidade compartilhando e experimentando tudo que não se possa valorar, porque não se pode comprar ou vender. Tudo que, ainda com nada, tudo me reste, porque CONSCIENTE de que, NO MEU MUNDO, NÃO SÃO AS COISAS QUE ME DÃO SENTIDO. EU QUE DOU SENTIDO A TODAS AS COISAS.
Quando me perguntam se tenho um sonho, respondo: Eu queria uma existência onde eu pudesse apenas “SER”, só ser...
“SER” HUMANO.
Filosofando com Absolut
Gosto quando a hora não acontece
Porque o tempo deixa de existir.
Gosto porque aí a existência fica relativizada.
Gosto quando
o relativo me absoluta
num copo de Absolut...
.......................Salute!
Porque o tempo deixa de existir.
Gosto porque aí a existência fica relativizada.
Gosto quando
o relativo me absoluta
num copo de Absolut...
.......................Salute!
Postado por Martone Maciel em on 2/23/2010 11:53:00 PM
CONVIVÊNCIA...
É verdade...
A convivência nos força a enxergar
o que não queremos ver.
E nos transforma
no que não queremos ser.
A convivência nos força a enxergar
o que não queremos ver.
E nos transforma
no que não queremos ser.
Postado por Martone Maciel em
Curtinhas
on 2/23/2010 11:46:00 PM
SEM CENSURA
No escuro
Te procuro,
Todo reto,
Todo duro
E não seguro...
Me projeto,
Te aponto
E te acerto.
Me intrometo
(no acerto)
Todo inteiro,
De todo jeito
E tudo perfeito!
Me disfarço,
E me desfaço
No disfarce.
Volto adentro
E me revelo,
Na loucura
Da mistura
Sem censura.
Te procuro,
Todo reto,
Todo duro
E não seguro...
Me projeto,
Te aponto
E te acerto.
Me intrometo
(no acerto)
Todo inteiro,
De todo jeito
E tudo perfeito!
Me disfarço,
E me desfaço
No disfarce.
Volto adentro
E me revelo,
Na loucura
Da mistura
Sem censura.
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 2/10/2010 12:36:00 AM
CADA UM NO SEU QUADRADO
O Universo é sábio todo.
Como pode estar errado?!
Na relação de causa e feito
- eu sei e você sabe -
Somos o que acontecemos,
E temos só o que nos cabe.
Tudo corre do seu jeito...
Cada um no seu espaço,
- só ou acompanhado -
Cada qual no seu quadrado.
Como pode estar errado?!
Na relação de causa e feito
- eu sei e você sabe -
Somos o que acontecemos,
E temos só o que nos cabe.
Tudo corre do seu jeito...
Cada um no seu espaço,
- só ou acompanhado -
Cada qual no seu quadrado.
Postado por Martone Maciel em
Curtinhas
on 11/01/2009 08:10:00 PM
CONDENSANDO O ABSTRATO
Só você, única, pessoal
e singularmente,
Traduz o meu rascunho,
o meu rabisco;
Meu olhar, meus olhos
e, se vacilar...
até um cisco nos olhos.
Quer dizer,
vai além dos meus olhos,
do meu olhar.
Penetra (me) e
rouba (me) a mente.
Assim mesmo:
Com-ple-ta-men-te.
Só você condensa
os meus pensamentos
ainda não formados;
As minhas idéias criadas
e inacabadas;
Compreende meu senso médio,
meu tino e meu tédio.
Só você mesmo...
Sente e traduz o meu pranto
O meu silêncio, o meu grito,
O meu espanto;
Os meus prazeres...
Só você que me pega,
que me toca, que me sente
Sente(me), traduz(me) e entende(me).
Ausente ou presente...
e singularmente,
Traduz o meu rascunho,
o meu rabisco;
Meu olhar, meus olhos
e, se vacilar...
até um cisco nos olhos.
Quer dizer,
vai além dos meus olhos,
do meu olhar.
Penetra (me) e
rouba (me) a mente.
Assim mesmo:
Com-ple-ta-men-te.
Só você condensa
os meus pensamentos
ainda não formados;
As minhas idéias criadas
e inacabadas;
Compreende meu senso médio,
meu tino e meu tédio.
Só você mesmo...
Sente e traduz o meu pranto
O meu silêncio, o meu grito,
O meu espanto;
Os meus prazeres...
Só você que me pega,
que me toca, que me sente
Sente(me), traduz(me) e entende(me).
Ausente ou presente...
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 5/01/2009 07:01:00 PM
Fale de mim!
Mas considere um fato:
Eu sou um espelho.
Mas considere um fato:
Eu sou um espelho.
EU VERSUS ORKUT*
*Título criado para este post.
Texto escrito em outubro/2008, no meu extinto perfil do Orkut.
Os textos entre [ ] não fazem parte do original.
Texto escrito em outubro/2008, no meu extinto perfil do Orkut.
Os textos entre [ ] não fazem parte do original.
Então...
Resolvi sacudir um pouco a poeira no meu perfil. E algumas pessoas realmente ficaram assustadas com meu estado pseudo-mórbido, derivado de um surto que costumamos denominar "saco-cheio" (rsrsrs...). [reação gerada pelo texto "Posso?!"]
É que não costumo dividir com tantas pessoas o meu lado "homenzinho" [importante: não tenho lado "mulherzinha", rsrsrs...], suas variações de humor e temperamento, e as suas conseqüências. Quer dizer, quase ninguém costuma!
Acho que as pessoas preferem condutas lineares e previsíveis. Preferem mostrar-se felizes, resolvidos, abençoados, completos... MENTIRA!!! E quem me lê agora sabe do que estou falando!
É que costumamos mostrar aos outros apenas o que está bom/bem em nossas vidas (e multiplicado por vários dígitos, que não é o zero!). Assim, sempre estamos felizes e satisfeitos com o que somos e com o que temos, verdade? Nãããããããão... MENTIIIIIIIIRA!
Não que esteja acontecendo algo de errado comigo. Na verdade, nada está certo todo o tempo. Melhor dizendo (parafraseando "sei-lá-quem"): "Está tudo certo e nada resolvido!". E isso não é privilégio meu, mas de todos! É que eu costumo questionar isso todo o santo dia...
Vocês perceberam no que o Orkut se tornou?! Ponto de referência e confissão pública. E se não colocar "namorando" ou "casado" no perfil, está tudo acabado!! (rsrsrs) É uma fábrica de mascarados... "Eu sou a pessoa mais feliz do mundo", "Eu tenho o maior amor do mundo", "Eu sou a pessoa mais abençoada do mundo", "Eu tenho a melhor vida do mundo"... E nós que lemos esse blá-blá-blá "Somos os maiores idiotas do mundo", porque acreditamos! E óh, se não concordar comigo "Eu lhe deleto do meu Orkut"!! (rsrsrs)
São Longuinho, São Longuinho... me proteja dessa perdição!
Normalmente esses meus comentários não saem do papel para não criar polêmica. Mas, voltando ao assunto, convenhamos: se todos podem ficar de "saco-cheio", porque eu não? Posso?!
Postado por Martone Maciel em
Realidades
on 4/28/2009 10:53:00 AM
REFLEXÕES SOBRE O HOMOSSEXUALISMO
Ao ler o título deste post, muitos de vocês devem ter pensado, ainda que em segundo plano, "só me falta agora o cara dizer que é gay!" E isso pelo simples fato de eu ter refletido sobre o assunto!
Já dá pra sentir como é que funciona o PREconceito por muitos negados, mas que indiscutivelmente, e falo por mim também, ainda predomina. E Apesar das diversas mudanças sociais relacionadas aos direitos dos homossexuais, verdade é que o homossexualismo continua sendo um TABU. É fato!
Hoje assistia a uma programa de televisão onde uma mãe defendia a homossexualidade da filha (e a sua aceitação), diante de críticas de um religioso moralista que reflete a postura preconceituosa da sociedade e marginaliza os homossexuais.
O que achei mais interessante é que o cidadão dizia que respeitava o fato da garota ser homossexual, mas não aceitava, e mais, disse ele: “Nenhum pai gostaria de ter um filho drogado ou homossexual”. Como se na escala hierárquica de degradação humana o drogado e o homossexual estivessem no mesmo plano. Meus olhos quase saltaram!
Ora, nenhum pai gostaria de ter um filho homossexual. E falo isso até mesmo dos pais homossexuais, pois sabem como é o sofrimento, a luta para se aceitar e para ter a aceitação da sociedade. E isso é lógico. O homossexualismo vai contra a natureza. Contra a lógica natural da diversidade do sexo, dos sexos opostos, da procriação.
Por conta disso, costumo dizer que a natureza foi extremamente perversa com os homossexuais. Mesmo porque eles não querem ser diferentes. Só querem ser homens, enquanto mulheres, ou mulheres, enquanto homens, ou mesmo mulheres e homens que como tais querem se relacionar com pessoas do mesmo sexo!! Mas nunca deixarão de ser SERES HUMANOS.
Tem quem fale que é uma aberração. Porém, difícil mesmo é lutar contra a natureza, ou pior, contra a sua própria natureza. E, por conta disso, digo que Deus também não foi perfeito na criação da natureza. Porque se o fosse não teria criado a diversidade de sexos para os seres humanos.
Defendo até que ele não queria que fosse assim do jeito que é. E digo isso fazendo uma interpretação diferenciada da criação do homem, a partir dos textos bíblicos. Observem bem a minha Teoria (Importante: não uso drogas, rsrsrs).
Quando Deus criou “o homem” tenho certeza que queria criar um ser andrógeno, sem sexo definido, assim como são todos os seus anjos! Para inovar e diferenciar dos anjos, ele queria dar ao homem o poder da reprodução. E como é que surgiu Adão? Do barro! E Eva? Da costela de Adão! E como é que se chama isso? AUTO-REPRODUÇÃO!!!
Notem que em nenhum momento teria ocorrido uma reprodução sexual. Em nenhum momento falou-se ou ocorreu o sexo. A criação do homem, melhor dizendo do ser humano, deu-se em razão do AMOR DIVINO, que em outras palavras significa AMOR INCONDICIONAL, e que, segundo a Bíblia, é igual a Deus. A Bíblia diz: DEUS É AMOR. Logo, DEUS = AMOR. É muito simples!
Relacionam sempre o homossexualismo ao sexo. O próprio nome, a própria definição [homo][sexual] SEXUALIZA os seus conceitos, a sua própria existência. Mas a existência do ser humano e a sua criação deveriam estar vinculadas ao amor divino, ao amor incondicional.
O que as pessoas buscam, em último plano, é o amor e não o sexo. O sexo alimenta a carne, mas o amor... O AMOR ALIMENTA A ALMA. E A ALMA NÃO TEM SEXO! O AMOR NÃO TEM SEXO! Vou mais além, OS MAIORES VALORES BUSCADOS PELAS PESSOAS SÃO ABSTRATOS E TAMBÉM NÃO TÊM SEXO!
Quando os religiosos negam os homossexuais, negam o amor incondicional e, portanto, negam a Deus. Quando os moralistas negam os homossexuais, negam o direito de mostrarem que possuem os mesmos valores e princípios, criados pelos próprios moralistas. Negam a própria ordem social que instituíram e que defende a igualdade de todos. E com essa conduta marginalizam e retiram a dignidade de pessoas que querem apenas viver em paz e AMAR O SEU SEMELHANTE. E "SEMELHANTE" TEM SEXO INDEFINIDO!
Já dá pra sentir como é que funciona o PREconceito por muitos negados, mas que indiscutivelmente, e falo por mim também, ainda predomina. E Apesar das diversas mudanças sociais relacionadas aos direitos dos homossexuais, verdade é que o homossexualismo continua sendo um TABU. É fato!
Hoje assistia a uma programa de televisão onde uma mãe defendia a homossexualidade da filha (e a sua aceitação), diante de críticas de um religioso moralista que reflete a postura preconceituosa da sociedade e marginaliza os homossexuais.
O que achei mais interessante é que o cidadão dizia que respeitava o fato da garota ser homossexual, mas não aceitava, e mais, disse ele: “Nenhum pai gostaria de ter um filho drogado ou homossexual”. Como se na escala hierárquica de degradação humana o drogado e o homossexual estivessem no mesmo plano. Meus olhos quase saltaram!
Ora, nenhum pai gostaria de ter um filho homossexual. E falo isso até mesmo dos pais homossexuais, pois sabem como é o sofrimento, a luta para se aceitar e para ter a aceitação da sociedade. E isso é lógico. O homossexualismo vai contra a natureza. Contra a lógica natural da diversidade do sexo, dos sexos opostos, da procriação.
Por conta disso, costumo dizer que a natureza foi extremamente perversa com os homossexuais. Mesmo porque eles não querem ser diferentes. Só querem ser homens, enquanto mulheres, ou mulheres, enquanto homens, ou mesmo mulheres e homens que como tais querem se relacionar com pessoas do mesmo sexo!! Mas nunca deixarão de ser SERES HUMANOS.
Tem quem fale que é uma aberração. Porém, difícil mesmo é lutar contra a natureza, ou pior, contra a sua própria natureza. E, por conta disso, digo que Deus também não foi perfeito na criação da natureza. Porque se o fosse não teria criado a diversidade de sexos para os seres humanos.
Defendo até que ele não queria que fosse assim do jeito que é. E digo isso fazendo uma interpretação diferenciada da criação do homem, a partir dos textos bíblicos. Observem bem a minha Teoria (Importante: não uso drogas, rsrsrs).
Quando Deus criou “o homem” tenho certeza que queria criar um ser andrógeno, sem sexo definido, assim como são todos os seus anjos! Para inovar e diferenciar dos anjos, ele queria dar ao homem o poder da reprodução. E como é que surgiu Adão? Do barro! E Eva? Da costela de Adão! E como é que se chama isso? AUTO-REPRODUÇÃO!!!
Notem que em nenhum momento teria ocorrido uma reprodução sexual. Em nenhum momento falou-se ou ocorreu o sexo. A criação do homem, melhor dizendo do ser humano, deu-se em razão do AMOR DIVINO, que em outras palavras significa AMOR INCONDICIONAL, e que, segundo a Bíblia, é igual a Deus. A Bíblia diz: DEUS É AMOR. Logo, DEUS = AMOR. É muito simples!
Relacionam sempre o homossexualismo ao sexo. O próprio nome, a própria definição [homo][sexual] SEXUALIZA os seus conceitos, a sua própria existência. Mas a existência do ser humano e a sua criação deveriam estar vinculadas ao amor divino, ao amor incondicional.
O que as pessoas buscam, em último plano, é o amor e não o sexo. O sexo alimenta a carne, mas o amor... O AMOR ALIMENTA A ALMA. E A ALMA NÃO TEM SEXO! O AMOR NÃO TEM SEXO! Vou mais além, OS MAIORES VALORES BUSCADOS PELAS PESSOAS SÃO ABSTRATOS E TAMBÉM NÃO TÊM SEXO!
Quando os religiosos negam os homossexuais, negam o amor incondicional e, portanto, negam a Deus. Quando os moralistas negam os homossexuais, negam o direito de mostrarem que possuem os mesmos valores e princípios, criados pelos próprios moralistas. Negam a própria ordem social que instituíram e que defende a igualdade de todos. E com essa conduta marginalizam e retiram a dignidade de pessoas que querem apenas viver em paz e AMAR O SEU SEMELHANTE. E "SEMELHANTE" TEM SEXO INDEFINIDO!
Postado por Martone Maciel em
Realidades
on 4/28/2009 01:29:00 AM
EU DIGO 'SIM' E VOU VIVENDO...
Sou feliz do meu jeito, triste
Sigo na contra-mão, por opção
É minha cena, a minha sina
Aposto no errado pra ver se dá certo
Mas nunca sei, ao certo,
Quando erro ou quando acerto
E, na dúvida, persisto...
Assisto a felicidade alheia
Vejo os sorrisos nos rostos
Observo suas faces e suas farsas
Ouço atento as suas frases
Cada palavra, toda a palavra
E eu digo sim, sim, sim
Pra toda essa 'mentira'
Até porque, talvez eu faça parte dela
Ou, talvez eu, a 'falsa' parte 'dela'.
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 2/28/2009 02:54:00 AM
EU
Um buraco negro no centro do universo...
Postado por Martone Maciel em
Desabafos
on 2/13/2009 08:49:00 PM
QUEM ME AMA SABE E SENTE
Meu amor tem gosto de sofrimento,
Um gosto agridoce...
Misto de prazeres inominados
E dúvidas permanentes.
Tem cara de achados e perdidos
(senso de experiência imperdível
e/ou de tempo perdido).
Meu amor catalisa sonhos e desejos.
Todos eles: realizados, realizáveis e irreais...
Tem um “quê” de mistério e certeza;
De "para sempre" e "nunca mais".
É um amor pulsante e latente.
Um amor diferente...
Sabe bem quem me ama,
E por vezes me/se odeia
(por me amar).
Sabe bem quem me sente.
Um gosto agridoce...
Misto de prazeres inominados
E dúvidas permanentes.
Tem cara de achados e perdidos
(senso de experiência imperdível
e/ou de tempo perdido).
Meu amor catalisa sonhos e desejos.
Todos eles: realizados, realizáveis e irreais...
Tem um “quê” de mistério e certeza;
De "para sempre" e "nunca mais".
É um amor pulsante e latente.
Um amor diferente...
Sabe bem quem me ama,
E por vezes me/se odeia
(por me amar).
Sabe bem quem me sente.
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 1/24/2009 06:02:00 PM
METAL CONTRA AS NUVENS
Tem coisas que vivemos na adolescência que nunca, nunca passam... Uma delas é a banda Legião Urbana que sempre falou e sempre falará por mim nas suas letras. E nessa música, Metal contra as Nuvens, eu me sinto, realmente, representado.
Sou metal, raio, relâmpago e trovão...
I
Não sou escravo de ninguém
Ninguém, senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E, por valor, eu tenho
E temo o que agora se desfaz.
Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais.
Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.
Reconheço meu pesar
Quando tudo é traição,
O que venho encontrar
É a virtude em outras mãos.
Minha terra é a terra que é minha
E sempre será
Minha terra tem a lua, tem estrelas
E sempre terá.
II
Quase acreditei na sua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa.
Quase acreditei, quase acreditei
E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo
Mas vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo.
Olha o sopro do dragão...
III
É a verdade o que assombra
O descaso que condena,
A estupidez, o que destrói
Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais
Tenho os sentidos já dormentes,
O corpo quer, a alma entende.
Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos.
Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.
Não me entrego sem lutar
Tenho, ainda, coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então.
IV
- Tudo passa, tudo passará...
E nossa estória não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.
E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos.
Metal Contra as Nuvens
Legião Urbana
Composição: Dado Villa-Lobos/ Renato Russo/ Marcelo Bonfá
Sou metal, raio, relâmpago e trovão...
I
Não sou escravo de ninguém
Ninguém, senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E, por valor, eu tenho
E temo o que agora se desfaz.
Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais.
Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.
Reconheço meu pesar
Quando tudo é traição,
O que venho encontrar
É a virtude em outras mãos.
Minha terra é a terra que é minha
E sempre será
Minha terra tem a lua, tem estrelas
E sempre terá.
II
Quase acreditei na sua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa.
Quase acreditei, quase acreditei
E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo
Mas vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo.
Olha o sopro do dragão...
III
É a verdade o que assombra
O descaso que condena,
A estupidez, o que destrói
Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais
Tenho os sentidos já dormentes,
O corpo quer, a alma entende.
Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos.
Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.
Não me entrego sem lutar
Tenho, ainda, coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então.
IV
- Tudo passa, tudo passará...
E nossa estória não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.
E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos.
Metal Contra as Nuvens
Legião Urbana
Composição: Dado Villa-Lobos/ Renato Russo/ Marcelo Bonfá
Postado por Martone Maciel em
Desabafos
on 1/11/2009 01:20:00 PM
"Quando as coisas resistem às idéias e o mundo resiste aos sonhos - não devemos mudar de sonhos nem mudar de idéias: temos é que mudar de coisas e mudar de mundo."
Edson Marques
Edson Marques
Postado por Martone Maciel em
Dos outros
on 1/10/2009 11:55:00 PM
..............................................................
Cada qual cala pelas próprias razões...
No meu silêncio, sangro desilusões,
Ou ilusões(?!)
..............................................................
Cada qual cala pelas próprias razões...
No meu silêncio, sangro desilusões,
Ou ilusões(?!)
..............................................................
EXPRESSO
Os olhos...
Os olhos gritam a palavra presa.A presa grita de temor dos olhos.
Os olhos gritam...
Me enxergo através dos olhos
(próprios e alheios).
Me conforto e me confundo.
Num piscar, me assusto, fujo.
Circundo o mundo em menos de um segundo.
E tudo o mesmo!
Resolvo ir além...
Vou a Marte.
Observo de longe o que se passa,
E tudo passa sem muita graça.
Volto. Café na praça, sem pressa.
Rabisco um verso,
Ao sabor de um expresso,
No centro do universo.
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 1/04/2009 04:02:00 PM
Eu digo NÃO às BARBIES!!
Fico impressionado, nos meus momentos de surto (que não são poucos, e os leitores deste blogg sabem o que estou dizendo...), com a minha capacidade de intolerância para os abusos da insensatez feminina.
É que não consigo (me esforço, mas não consigo!) engolir determinadas coisas... Estou falando em códigos, não é?! Vou trocar em miúdos:
ODEIO mulher exibicionista;
ODEIO mulher folgada;
É que não consigo (me esforço, mas não consigo!) engolir determinadas coisas... Estou falando em códigos, não é?! Vou trocar em miúdos:
ODEIO mulher exibicionista;
ODEIO mulher folgada;
ODEIO mulher que pensa que eu sou o príncipe abestalhado que vai salvar a sua vida;
ODEIO mulher que finge que não entende quando se fala sério;
ODEIO mulher que não entende porque é burra mesmo;
ODEIO mulher que diz que se garante, mas só se garante no dos outros;
ODEIO mulher que diz que só quer agradar e faz tudo ao contrário (do jeito dela) como se estivesse fazendo a coisa mais natural do mundo;
ODEIO mulheres que não sabem colocar um "homem" no bolso (ou não tem habilidade para tanto) Se é que sabem o que é um homem...;
ODEIO as mulheres que se acham o centro, e que não conseguem ao menos se centrar;
ODEIO mulheres tentam me fazer de idiota;
ODEIO quando elas conseguem; E
ODEIO mais ainda quando me sinto um verdadeiro IDIOTA.
A essa altura vocês devem está achando que eu odeio mesmo é mulher e devo ser uma bicha enrustida. Nada contra estas, mas se para sair está difícil, entrar é impossível!!!
Ó, ó, óóóóó, me deêm um tempo "Barbies"! Preciso é de uma mulher, não de um "sex appeal" ambulante.
Como dizia o velho e bom Zaratruta: EMBALAGEM NÃO É CONTEÚDO!!
ODEIO mulher que finge que não entende quando se fala sério;
ODEIO mulher que não entende porque é burra mesmo;
ODEIO mulher que diz que se garante, mas só se garante no dos outros;
ODEIO mulher que diz que só quer agradar e faz tudo ao contrário (do jeito dela) como se estivesse fazendo a coisa mais natural do mundo;
ODEIO mulheres que não sabem colocar um "homem" no bolso (ou não tem habilidade para tanto) Se é que sabem o que é um homem...;
ODEIO as mulheres que se acham o centro, e que não conseguem ao menos se centrar;
ODEIO mulheres tentam me fazer de idiota;
ODEIO quando elas conseguem; E
ODEIO mais ainda quando me sinto um verdadeiro IDIOTA.
A essa altura vocês devem está achando que eu odeio mesmo é mulher e devo ser uma bicha enrustida. Nada contra estas, mas se para sair está difícil, entrar é impossível!!!
Ó, ó, óóóóó, me deêm um tempo "Barbies"! Preciso é de uma mulher, não de um "sex appeal" ambulante.
Como dizia o velho e bom Zaratruta: EMBALAGEM NÃO É CONTEÚDO!!
GRITO
Ao longe me foge o longe:
Inviso, desconhecido...
Distante de estar perto,
Perto de estar distante.
Distante, me sinto instante.
Estanque, abstraio,
Ensaio um grito de escape
(que não escapa).
Preso, me força, me rompe o peito,
Me leva à fossa. Nossa!!
Isso é coisa que me acaba,
Me passa mal, me ponto final.
Inviso, desconhecido...
Distante de estar perto,
Perto de estar distante.
Distante, me sinto instante.
Estanque, abstraio,
Ensaio um grito de escape
(que não escapa).
Preso, me força, me rompe o peito,
Me leva à fossa. Nossa!!
Isso é coisa que me acaba,
Me passa mal, me ponto final.
Dia desses troco seis por meia dúzia,
E deixo de ser eu pra seu eu mesmo
a esmo...
E deixo de ser eu pra seu eu mesmo
a esmo...
EU SEI
Finjo que não vejo,
Dissimulo, engano e simulo,
Mas não me anulo.
Observo atentamente,
Registro o dito,
Finjo que acredito.
Nada passa desapercebido.
Nos olhos, vendas...
INVEJA EXTRA-SENSORIAL
Tenho notado que existem pessoas que estão desenvolvendo uma estranha “habilidade”: viver a vida dos outros. E, o pior, pelos outros!
Chamo esse tipo de episódio de “inveja extra-sensorial”. Que é a inveja que passa do plano da imaginação e chega se materializar. Ou seja, passa do plano do “queria estar” no seu lugar, para “quero estar” no seu lugar, ou “vou estar” no seu lugar, dependendo da cabeça doentia. Coisa do tipo “o que é seu é meu” e é um direito que me assiste?!!
E tudo acontece às claras, como se fosse algo muito normal. (rsrsrs...) Incrível!!!
E eu fico aqui trocando idéias com meus botões e pensando... Que PoRr@ é essa?!!
Chamo esse tipo de episódio de “inveja extra-sensorial”. Que é a inveja que passa do plano da imaginação e chega se materializar. Ou seja, passa do plano do “queria estar” no seu lugar, para “quero estar” no seu lugar, ou “vou estar” no seu lugar, dependendo da cabeça doentia. Coisa do tipo “o que é seu é meu” e é um direito que me assiste?!!
E tudo acontece às claras, como se fosse algo muito normal. (rsrsrs...) Incrível!!!
E eu fico aqui trocando idéias com meus botões e pensando... Que PoRr@ é essa?!!
DE SANTA À PUTA
Tenho medo das mulheres que se dizem “Santas”,
Acredito nas “Putas” que viram Santas,
Abomino as “Santas-Putas”.
Pois as Santas se fazem Putas às ocultas.
As Putas que viram Santas se plantam.
E as Santas-Putas, de tão putas, espantam!
Pelo sim ou pelo não...
Que venham as Putas, então!!!
Acredito nas “Putas” que viram Santas,
Abomino as “Santas-Putas”.
Pois as Santas se fazem Putas às ocultas.
As Putas que viram Santas se plantam.
E as Santas-Putas, de tão putas, espantam!
Pelo sim ou pelo não...
Que venham as Putas, então!!!
PLANOS
Não faço mais planos...
Não quero planos de ter planos.
Não quero
........me perder
.....;;;;..;;nos planos
De não realizá-los de plano.
Esse é o tipo de apelo
De quem vaga num plano
Entre o sonho [EU] pesadelo.
Não quero planos de ter planos.
Não quero
........me perder
.....;;;;..;;nos planos
De não realizá-los de plano.
Esse é o tipo de apelo
De quem vaga num plano
Entre o sonho [EU] pesadelo.
[um] x [um]
Você cala e eu me ausento.
Cada lado pro seu [um];
Cada [um] pro seu canto;
Mais um dia me levanto;
Mais um dia sem encanto...
E seguem as constatações...
Perdemos o conjunto:
Você vive sua vida;
Eu vivo minha vida
E não vivemos juntos...
Cada lado pro seu [um];
Cada [um] pro seu canto;
Mais um dia me levanto;
Mais um dia sem encanto...
E seguem as constatações...
Perdemos o conjunto:
Você vive sua vida;
Eu vivo minha vida
E não vivemos juntos...
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 11/05/2008 10:44:00 PM
[ ] A gente escreve redondo
por linhas quadradas [ ] [ ] [ ]
por linhas quadradas [ ] [ ] [ ]
Quando aprender a me ouvir,
Talvez entenda o meu SILÊNCIO...
Talvez entenda o meu SILÊNCIO...
SEM PAPEL
As minhas palavras
não precisam de papel!
Materializam-se
no ar, no mar, no céu.
As minhas palavras
não precisam de papel...
não precisam de papel!
Materializam-se
no ar, no mar, no céu.
As minhas palavras
não precisam de papel...
MESMICE
Eu, minha mulher,
Minha mulher e eu:
Monogamia...
Monotonia...
Minha mulher e eu:
Monogamia...
Monotonia...
RELAÇÃO VIRTUAL
Eu estava radiante,
Mais que feliz.
É que eu encontrara
(Veja só!)
A minha metade,
Minha cara-metade.
Era perfeita a sintonia,
Límpida a comunicação;
Sedução, satisfação da carne(?),
Beleza certamente inexprimível:
Majestosa, cintilante, mítica...
Assim era a minha metade,
Minha cara-metade.
Passava horas e mais horas
Dialogando, divagando,
Apaixonando-me por aquela
Realidade virtual divina.
Seu corpo...aroma... suor...
Não conseguia senti-los;
Mas amava, como amava...
A minha metade,
Minha cara-metade.
Faltou luz!!!
Perdi minha metade!
Olhei para os lados,
Sentei no carpete,
E percebi que o meu amor,
Estava apenas no computador,
Conectado na Internet.
Mais que feliz.
É que eu encontrara
(Veja só!)
A minha metade,
Minha cara-metade.
Era perfeita a sintonia,
Límpida a comunicação;
Sedução, satisfação da carne(?),
Beleza certamente inexprimível:
Majestosa, cintilante, mítica...
Assim era a minha metade,
Minha cara-metade.
Passava horas e mais horas
Dialogando, divagando,
Apaixonando-me por aquela
Realidade virtual divina.
Seu corpo...aroma... suor...
Não conseguia senti-los;
Mas amava, como amava...
A minha metade,
Minha cara-metade.
Faltou luz!!!
Perdi minha metade!
Olhei para os lados,
Sentei no carpete,
E percebi que o meu amor,
Estava apenas no computador,
Conectado na Internet.
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/26/2008 09:11:00 PM
PISCAR DE OLHOS
Por onde anda o meu Olhar?!
.....................Perdi num piscar de Olhos
....................................Fugiu pra depois de Abrolhos
..............................................................Sumiu no meio do Mar...
.....................Perdi num piscar de Olhos
....................................Fugiu pra depois de Abrolhos
..............................................................Sumiu no meio do Mar...
Hormônios, aromas e sentidos...
Ereção, cavidade, ruídos...
Os lábios, pequenos e grandes;
Acolhendo e acariciando a glande;
Cheios de desejo e entusiasmo:
ORGASMO!
Ereção, cavidade, ruídos...
Os lábios, pequenos e grandes;
Acolhendo e acariciando a glande;
Cheios de desejo e entusiasmo:
ORGASMO!
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/26/2008 08:07:00 PM
HIATO SEM FIM
Eu falo por alguém que escreve por mim.
Mas falo por mim, sinto por mim.
Sinto por quem quiser sentir.
Dentro de mim, hiato sem fim.
Corpos afins. Juntos, enfim.
.....................................Perto do fim...
Mas falo por mim, sinto por mim.
Sinto por quem quiser sentir.
Dentro de mim, hiato sem fim.
Corpos afins. Juntos, enfim.
.....................................Perto do fim...
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/20/2008 08:51:00 AM
QUE AMOR É ESSE?!
Que amor é esse que todos buscam?! Um amor cheio de pronomes possessivos... cheio de meus e teus!
Todo mundo quer “uma pessoa bonita, agradável, que me ame de verdade, que faça todas as minhas vontades, que seja companheiro(a), viva para mim...” BLa, BLa, BLa!... e não sabem o perigo que estão correndo! Isso é que é loucura!
Primeiro, porque não existe “amor de mentira”. Amor é amor e pronto! Se não surgiu... nunca existiu!
Você quer um amor de verdade?! Então morra, pra ver se encontra logo Ele na próxima encarnação. Porque nesta você vai morrer procurando, o que nem sabe(rá) o que é!
Não que eu esteja dizendo que não existe amor ou que o amor é uma mentira. Longe de mim!! Eu sou todo sentimento! Mas essa “coisa” aí que todos buscam com certeza não é amor!
Tudo bem que todos queiram uma pessoa bonita, agradável e companheira. Só que condicionar o fenômeno amor (e de verdade!) à existência de alguém que “viva para” ou “faça todas as vontades” é brincar de doido.
O nome disso é PARASITISMO, e se for recíproco, é MUTUALISMO. O negócio é grave e um dia a casa cai!
Imagine alguém que vive para o outro. Não tem vida! Deixa de viver a sua vida para viver a vida do outro como se sua fosse.
Mas tudo tem seu tempo. E não demora para um se sentir sufocado, e o outro(a) um(a) idiota que perdeu a identidade e que se transformou em tudo que não era, só para fazer feliz aquele(a) que está se sentindo sufocado. Tem lógica isso?!
E com o(a) idiota que faz “todas as vontades” não é muito diferente. Além de perder a identidade e se tornar um animal racional “amestrado”, de brinde sempre vai correr o risco de ser corno(a) e ganhar a placa dourada de “porto seguro” [Ele(a) é meu porto seguro...]. Que amor é esse?! Fala sério!!
Todo mundo quer “uma pessoa bonita, agradável, que me ame de verdade, que faça todas as minhas vontades, que seja companheiro(a), viva para mim...” BLa, BLa, BLa!... e não sabem o perigo que estão correndo! Isso é que é loucura!
Primeiro, porque não existe “amor de mentira”. Amor é amor e pronto! Se não surgiu... nunca existiu!
Você quer um amor de verdade?! Então morra, pra ver se encontra logo Ele na próxima encarnação. Porque nesta você vai morrer procurando, o que nem sabe(rá) o que é!
Não que eu esteja dizendo que não existe amor ou que o amor é uma mentira. Longe de mim!! Eu sou todo sentimento! Mas essa “coisa” aí que todos buscam com certeza não é amor!
Tudo bem que todos queiram uma pessoa bonita, agradável e companheira. Só que condicionar o fenômeno amor (e de verdade!) à existência de alguém que “viva para” ou “faça todas as vontades” é brincar de doido.
O nome disso é PARASITISMO, e se for recíproco, é MUTUALISMO. O negócio é grave e um dia a casa cai!
Imagine alguém que vive para o outro. Não tem vida! Deixa de viver a sua vida para viver a vida do outro como se sua fosse.
Mas tudo tem seu tempo. E não demora para um se sentir sufocado, e o outro(a) um(a) idiota que perdeu a identidade e que se transformou em tudo que não era, só para fazer feliz aquele(a) que está se sentindo sufocado. Tem lógica isso?!
E com o(a) idiota que faz “todas as vontades” não é muito diferente. Além de perder a identidade e se tornar um animal racional “amestrado”, de brinde sempre vai correr o risco de ser corno(a) e ganhar a placa dourada de “porto seguro” [Ele(a) é meu porto seguro...]. Que amor é esse?! Fala sério!!
Postado por Martone Maciel em
Crônicas
on 10/19/2008 12:25:00 AM
ALÉM DO MAIS
Eu pensei que o amor era menos,
mas descobri que é mais...
mais do que sempre imaginamos,
mais do que sempre estimamos,
mais do que suportamos.
Uma “falta de absurdo”...
Mais do que tudo que nos dá
a compreensão de tudo.
Ele sempre vai além...
além do que podemos imaginar
além do que podemos estimar
além do que podemos suportar
É assim mesmo...
Um transbordo de corpos
num eclipse solar...
mas descobri que é mais...
mais do que sempre imaginamos,
mais do que sempre estimamos,
mais do que suportamos.
Uma “falta de absurdo”...
Mais do que tudo que nos dá
a compreensão de tudo.
Ele sempre vai além...
além do que podemos imaginar
além do que podemos estimar
além do que podemos suportar
É assim mesmo...
Um transbordo de corpos
num eclipse solar...
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/18/2008 04:27:00 PM
NO FINAL A GENTE SEMPRE ENCONTRA AS RESPOSTAS
Esse foi um achado! Eu estava vasculhando os meus arquivos e encontrei um texto que escrevi em 2004... Espero que gostem!
(...) Quando temos de tomar decisões que fogem da nossa esfera pessoal e esbarram nas pessoas que amamos, sempre tememos agir pelo receio de errar, de machucar. Só que nunca saberemos o resultado se não agirmos, se não experimentarmos.
É comum as pessoas não se conformarem inicialmente com as mudanças, ainda mais se não as desejam. E não as desejam porque não conseguem enxergar o significado mais puro no “agente modificador”, que, diga-se, também não sabe ao certo o que as mudanças trarão.
É comum as pessoas não se conformarem inicialmente com as mudanças, ainda mais se não as desejam. E não as desejam porque não conseguem enxergar o significado mais puro no “agente modificador”, que, diga-se, também não sabe ao certo o que as mudanças trarão.
Mas não importa. Não é preciso saber ao certo qual o efeito que a transformação trará. Basta que se tenha o firme objetivo de “mudar para melhor”, já que os resultados só o tempo mostrará.
Não podemos nos privar de mudar pela vontade alheia. Pela vontade daqueles que temem que nos machuquemos com as mudanças. Porque temos consciência da “exigência da nossa alma”, que nos perturba diuturnamente. E ELA GRITA!!. O que a princípio choca para os não conformados com as mudanças, com o tempo passa despercebido, ou até mesmo transforma a não conformação em admiração. Admiração pela atitude de mudar.
Penso que o que a maioria das pessoas mais teme na vida é a solidão. É o que lhes priva da mudança, da transformação. E o pior é que Ela está cada vez mais presente e crônica! Não falo da solidão interpessoal, mas da solidão intrapessoal. Estar “sozinho de si mesmo”... Já senti isso um dia...
É engraçado como as pessoas confundem solidão com estar só. Você pode estar só e não estar solitário. São coisas diferentes...
Certa vez, uma amiga me escreveu questionando o meu “complexo de avestruz” (leia-se, o meu gosto por estar só para encontrar as minhas respostas. Coisa do tipo “me deixa quieto no meu canto", sabe?!). Falou-me sobre não encontrar as respostas, porque elas não existem. E eu respondi dessa forma:
“Ao contrário do que pensa, não me sinto sozinho. E quando quero estar só, é por que quero estar comigo mesmo, conversar comigo mesmo, me curtir, me perder e me encontrar.
Como posso estar ou me sentir sozinho com tantos amigos me protegendo e me sufocando de amor e atenção?! Se tenho a mim mesmo?!
Você diz: ‘As respostas não existem. Saiba disso. Busquei muito tais respostas, mas desculpe informar-lhe, elas não existem. O eu, o tu, o nós quebram-se, pois nunca existiu eu, tu, nós. Desculpe dizer deste jeito agora, mas só agora consigo ver desse jeito. Não perca o tempo que perdi, se doendo ou corroendo por quem, ou o que, ou a causa que corroem...’
Não podemos nos privar de mudar pela vontade alheia. Pela vontade daqueles que temem que nos machuquemos com as mudanças. Porque temos consciência da “exigência da nossa alma”, que nos perturba diuturnamente. E ELA GRITA!!. O que a princípio choca para os não conformados com as mudanças, com o tempo passa despercebido, ou até mesmo transforma a não conformação em admiração. Admiração pela atitude de mudar.
Penso que o que a maioria das pessoas mais teme na vida é a solidão. É o que lhes priva da mudança, da transformação. E o pior é que Ela está cada vez mais presente e crônica! Não falo da solidão interpessoal, mas da solidão intrapessoal. Estar “sozinho de si mesmo”... Já senti isso um dia...
É engraçado como as pessoas confundem solidão com estar só. Você pode estar só e não estar solitário. São coisas diferentes...
Certa vez, uma amiga me escreveu questionando o meu “complexo de avestruz” (leia-se, o meu gosto por estar só para encontrar as minhas respostas. Coisa do tipo “me deixa quieto no meu canto", sabe?!). Falou-me sobre não encontrar as respostas, porque elas não existem. E eu respondi dessa forma:
“Ao contrário do que pensa, não me sinto sozinho. E quando quero estar só, é por que quero estar comigo mesmo, conversar comigo mesmo, me curtir, me perder e me encontrar.
Como posso estar ou me sentir sozinho com tantos amigos me protegendo e me sufocando de amor e atenção?! Se tenho a mim mesmo?!
Você diz: ‘As respostas não existem. Saiba disso. Busquei muito tais respostas, mas desculpe informar-lhe, elas não existem. O eu, o tu, o nós quebram-se, pois nunca existiu eu, tu, nós. Desculpe dizer deste jeito agora, mas só agora consigo ver desse jeito. Não perca o tempo que perdi, se doendo ou corroendo por quem, ou o que, ou a causa que corroem...’
Eu digo: As respostas existem, estão muito fáceis, bem na nossa frente! Mas precisamos abrir nossos corações e nossas mentes para que elas possam chegar a nós, para que possamos aceitá-las. Talvez sejam as nossas lentes que estejam atrapalhando. Sempre existiu e sempre existirá o eu, o tu e o nós... Precisamos de identidade (eu), precisamos identificar (tu), precisamos nos conectar (nós). O nós não é uma união, é uma intersecção. São (o nós) duas identidades distintas (o eu e o tu), unidas por pontos comuns (o nós), sem perder a essência natural que cada um (o eu e o tu). ‘O amor é a ciência do nós!’, e eu escrevia isto há dez anos atrás. Sinto muito se perdeu o seu tempo em vão, porque não soube procurar as respostas certas, ou procurou as respostas certas nos lugares errados. Eu não perco o meu tempo, eu ganho o meu tempo, cada, dia, cada minuto, cada segundo, ainda que pela dor. Canso de dizer que você se alimenta de muita informação, mas não consegue digerí-la. Eu não estou me doendo, me corroendo. Eu estou me curando, me encontrando, me presenteando. Você tem muita energia concentrada que não está sendo canalizada, digo mais uma vez! Já é hora de ganhar o seu tempo, de rever o tempo que ganhou, as experiências que teve e sepultar de uma vez por todas a idéia de ‘tempo perdido’. ‘Perder’ não é uma palavra nossa! Nossa palavra de ordem é ‘vencer’! Não precisa gastar sua energia toda com os outros... guarde um pouco para você. As pessoas que você ama e que quer ajudar só precisam saber que você está ali, disponível, e o mais importante, que você realmente as ama. Mas não precisa sofrer o sofrimento delas, até porque o sofrimento não é seu e cada um sofre de um jeito diferente! Ao invés de dar proteção, ensine a se proteger. Ao invés de dar forças, ensine a buscá-las dentro de si. Ao invés de chorar solidariamente, ensine a sorrir. Ao invés de desistir, ensine a lutar. Porque, no final... a gente sempre encontra as respostas. No final... a gente sempre vence!” (...)
Postado por Martone Maciel em
Crônicas
on 10/14/2008 08:27:00 PM
SIMPLES ASSIM...
Eu posso ser muito mais
do que mãos dadas,
beijos ou gritos ao mundo...
Posso ser muito mais
do que nunca pensou em ter.
Posso lhe dar um amor simples assim:
de você pra mim;
de mim pra você.
Eu posso ser o seu manto,
acolher e aquecer
esse corpo santo;
fazer sentir que o impossível,
se imaginado, sempre é possível.
Eu posso fazer o errado
passar a ser certo
e vice-versa, se quiser.
Posso lhe fazer menina,
menina-moça ou mulher.
Posso tudo que quiser!
Eu posso até suportar
esse seu jeito insolente,
seu desaforo exigente
e o mais a se revelar...
Eu posso ser tudo ou nada
Fazer se sentir a mais amada;
Ou simplesmente lhe amar...
Eu posso ser muito mais
do que nunca pensou em ter.
Posso lhe dar um amor simples assim:
de você pra mim;
de mim pra você.
do que mãos dadas,
beijos ou gritos ao mundo...
Posso ser muito mais
do que nunca pensou em ter.
Posso lhe dar um amor simples assim:
de você pra mim;
de mim pra você.
Eu posso ser o seu manto,
acolher e aquecer
esse corpo santo;
fazer sentir que o impossível,
se imaginado, sempre é possível.
Eu posso fazer o errado
passar a ser certo
e vice-versa, se quiser.
Posso lhe fazer menina,
menina-moça ou mulher.
Posso tudo que quiser!
Eu posso até suportar
esse seu jeito insolente,
seu desaforo exigente
e o mais a se revelar...
Eu posso ser tudo ou nada
Fazer se sentir a mais amada;
Ou simplesmente lhe amar...
Eu posso ser muito mais
do que nunca pensou em ter.
Posso lhe dar um amor simples assim:
de você pra mim;
de mim pra você.
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/14/2008 03:28:00 PM
PRIMAVERA
É chegada a Primavera...
Floresce em meu coração.
Botões, então, viram flores,
Divinas! Em todas as cores:
Aquarelas da paixão.
Depois que passa o inverno,
Há sempre uma mutação.
O verde é mais verde e a vida
Torna-se mais colorida,
Mais cheia de emoção.
Porém o mais belo instante
Desta atraente estação,
Dá-se quando a flor mais bela,
Exuberante e singela,
Desabroxa sua perfeição.
Suas pétalas vão se abrindo
Para uma nova dimensão.
E, como é do seu costume,
Deixando fluir seu perfume,
Trazendo fascinação
Assim é minha Primavera.
O amor, essa estação.
A flor mais bela, minha amada;
Colorida e perfumada,
Minha fonte de inspiração.
Floresce em meu coração.
Botões, então, viram flores,
Divinas! Em todas as cores:
Aquarelas da paixão.
Depois que passa o inverno,
Há sempre uma mutação.
O verde é mais verde e a vida
Torna-se mais colorida,
Mais cheia de emoção.
Porém o mais belo instante
Desta atraente estação,
Dá-se quando a flor mais bela,
Exuberante e singela,
Desabroxa sua perfeição.
Suas pétalas vão se abrindo
Para uma nova dimensão.
E, como é do seu costume,
Deixando fluir seu perfume,
Trazendo fascinação
Assim é minha Primavera.
O amor, essa estação.
A flor mais bela, minha amada;
Colorida e perfumada,
Minha fonte de inspiração.
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/14/2008 02:35:00 PM
(D_) EFICIÊNCIA MENTAL
Tá bom, Tá bom... Eu não sou normal! É que eu sofro de uma (d_)eficiência mental denominada hiperatividade cognitiva, vulgarmente conhecida como mente tagarela. Já ouviram falar nessa coisa? Pois é...
Não dá pra ficar sem pensar um segundo sequer! Penso em tuuuudo! No que devo e no que não devo. Penso por mim, penso pelos outros, e penso em detalhes, o que é pior! Todos eles, pequenos, grandes, supérfluos. E mesmo sem querer pensar, sempre me pego em flagrante... Fazendo o quê, fazendo o quê?!! P e n s a n d o !!!
E quando o negócio agrava, começa a me dar uma agonia insuportável, e acabo trucidando as pobres e indefesas folhas de papel que ficam suscetíveis a todos os meus abusos. E eu abuso mesmo, e de com vontade...
Não que eu não tenha pena das coitadinhas. Mas alguém sempre leva a pior. No caso, ELAS (e vocês por correspondência!). O bom, como disse em outra oportunidade (no texto da sopinha), é que no final acabo me surpreendendo com minhas “obras”, e até as folhas indigitadas ficam felizes.
Confesso que hoje em dia estou um pouco melhor, mais desacelerado, por conta dos meus neurônios que estão cansando de mim, acreditam?!! Nem sempre “fazem sinapse”, e quando fazem não é raro curtirem de mim. É cada pensamento que parece até gozação (e vai ver é mesmo!). Mas eu sempre consigo extrair algo de útil deles. Quer dizer... quase sempre.
Daí que estou pedindo um HELP praqueles que sofrem de preguiça mental e estão com os neurônios meio que inativos. Já que não utilizam, “manda pra cá”!! No mínimo do mínimo, eles vão sair do ócio direto para uma maratona. É energia cinética total! Nota mental: Ôôôh dó deles!!!
Não dá pra ficar sem pensar um segundo sequer! Penso em tuuuudo! No que devo e no que não devo. Penso por mim, penso pelos outros, e penso em detalhes, o que é pior! Todos eles, pequenos, grandes, supérfluos. E mesmo sem querer pensar, sempre me pego em flagrante... Fazendo o quê, fazendo o quê?!! P e n s a n d o !!!
E quando o negócio agrava, começa a me dar uma agonia insuportável, e acabo trucidando as pobres e indefesas folhas de papel que ficam suscetíveis a todos os meus abusos. E eu abuso mesmo, e de com vontade...
Não que eu não tenha pena das coitadinhas. Mas alguém sempre leva a pior. No caso, ELAS (e vocês por correspondência!). O bom, como disse em outra oportunidade (no texto da sopinha), é que no final acabo me surpreendendo com minhas “obras”, e até as folhas indigitadas ficam felizes.
Confesso que hoje em dia estou um pouco melhor, mais desacelerado, por conta dos meus neurônios que estão cansando de mim, acreditam?!! Nem sempre “fazem sinapse”, e quando fazem não é raro curtirem de mim. É cada pensamento que parece até gozação (e vai ver é mesmo!). Mas eu sempre consigo extrair algo de útil deles. Quer dizer... quase sempre.
Daí que estou pedindo um HELP praqueles que sofrem de preguiça mental e estão com os neurônios meio que inativos. Já que não utilizam, “manda pra cá”!! No mínimo do mínimo, eles vão sair do ócio direto para uma maratona. É energia cinética total! Nota mental: Ôôôh dó deles!!!
Postado por Martone Maciel em
Divertimentos
on 10/14/2008 01:25:00 PM
ESCREVER...
Ato *...* efeito *...* materializar *......* pensamentos
.....* ou *........* de * ...................* os *........*...........*
..*..........*............*.........*.........*.............* ...............*
*......*......*......*........* dispersos no ar **
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/14/2008 12:28:00 PM
SIGAM-ME OS BONS!!
Você se incomoda porque todo mudo lhe acha diferente?!
Então faz assim... Concentre tudo que dizem que é diferente em você. Tudo mesmo, diferente mesmo! De preferência tudo que lhe daria a identidade de “louco”. Mas louco sob a sua ótica e não a deles. Porque ai sim terá algo de novidade para apresentar aos espectadores da sua vida.
Pense em tudo que sente e no que eles não sentem. Melhor ainda... Tente sentir os sentidos nunca sentidos e concentre. Concentre!
Faça uma sopinha de palavras, coloque numa tigela e comece a mexer... Não sopre pra não esfriar as idéias!! Também não mexa rápido de mais pra não perder alguma!
Pronto! Estando tudo devidamente misturado, temos o que chamamos de confusão. Essa é a melhor parte da parte que não se sabe por onde começa, nem por onde termina.
Adoro isso! É meio anárquico esse negócio, mas não é contra as regras não. Não se preocupe! É coisa de Deus... (rsrs).
Pois bem, já se concentrou, já fez sopinha, formou a maior confusão... Então, vamos lá!
Entre no seu estado concebido de loucura. Pegue a tigela com a sopinha e derrame na sua cabeça, sem medo de escorrer. Estará tudo voltando à sua origem!
No começo você vai se sentir meio estranho, quer dizer, mais estranho que o normal (porque você sempre deve ter sido estranho – rsrs), por conta da confusão das palavras que caíram no seu cabeção, todas ao mesmo tempo. Mas é isso mesmo! Essa sensação é a do seu cérebro se esforçando para colocar o impossível em ordem...
Passado o estado de interfase, tudo começa a fica mais turvo (em nossa linguagem, leia-se... a ficar mais claro). Você começará a entender o contexto da desordem formada em sua mente e começará a juntar as palavras e as idéias. Mas, oh... aleatoriamente! Porque se estiver tudo muito certinho, você vai se sentir incomodado, achando que alguma coisa continua muito errado (e estará!). Você já conseguiu imaginar um maluco sem paradoxos e antíteses... Sem confusão?! Vá por mim!! Siga a desordem das palavras, procurando seguir uma lógica aparente, que no final dá tudo certo. Vai se surpreender com o resultado!
O melhor de tudo é que, dependendo da disposição das palavras vai parecer arte mesmo! E você nem vai precisar se preocupar com o que os “outros” vão falar, porque louco eles já sabem que você é. Já sai no lucro! Para falar a verdade, será pura arte. Covenhamos: a arte é a materialização de uma “loucura” organizada. É sim, é sim!!
Chegando ao fim, você estará esgotado, sem conseguir falar nem mesmo “Xuxa, Sasha fez xixi no chão” uma única vez. Ai você para tudo e vai dormir com suas zilhares de companheiras. Éééé... As palavras das sopinhas, lembra?! Vão ficar lhe perseguindo por todo o seu sono. E de carneirinho, vai ter de se contentar em contar palavrinhas. Mas com o tempo você vai se acostumar!
Quando acordar, não se assuste! Vai estar de ressaca. Éééé... Ressaca mesmo! É que eu esqueci de falar acima que a sopinha é pior do que chá de cogumelo (Nota de esclarecimento: comparação realizada a partir de experiências e relatos alheios! rsrs...). Dá piração mesmo! Mas o efeito passa em alguns dias. Se persistirem os sintomas, consulte um psiquiatra, porque psicólogo será só um paliativo.
Depois de sentir os primeiros efeitos colaterais da sopinha, verifique o resultado da sua “obra”. Você vai ler e, provavelmente, vai me sair com uma daquelas: “Cara, sinistro!!”. Quer dizer, ou vai estar muito, muito bom, ou vai estar sinistro mesmo!! (rsrs...). Mas qualquer que seja o resultado (sempre surpreendente), você estará diante de uma “obra” literária.
Portanto... Respeito!! Quem sabe no futuro você não estará sendo referenciado entre os melhores da literatura universal?! (Lembra dos Mamonas Assassinas?! Então!!) Além do mais, se até as letras do “arrocha” contagiam, imagine o resultado da sopinha?!!
Sim, mas qual a moral dessa história mesmo?!!
O texto foi só para descontrair. Mas se quiser tentar o experimento, manda ver! Eu não consegui deixar o “negócio da sopinha” até hoje, e me sinto feliz por isso a cada dia (e mais insano também, rsrs). E não estou fazendo qualquer apologia, ok!! Até porque, essa prática não seria aprovada pelas rígidas regras do Ministério da Saúde Mental.
Na verdade, eu só queria mesmo era dizer que você incomoda não por ser diferente, mas por “fazer a diferença”!!
E sigam-me os bons!
Então faz assim... Concentre tudo que dizem que é diferente em você. Tudo mesmo, diferente mesmo! De preferência tudo que lhe daria a identidade de “louco”. Mas louco sob a sua ótica e não a deles. Porque ai sim terá algo de novidade para apresentar aos espectadores da sua vida.
Pense em tudo que sente e no que eles não sentem. Melhor ainda... Tente sentir os sentidos nunca sentidos e concentre. Concentre!
Faça uma sopinha de palavras, coloque numa tigela e comece a mexer... Não sopre pra não esfriar as idéias!! Também não mexa rápido de mais pra não perder alguma!
Pronto! Estando tudo devidamente misturado, temos o que chamamos de confusão. Essa é a melhor parte da parte que não se sabe por onde começa, nem por onde termina.
Adoro isso! É meio anárquico esse negócio, mas não é contra as regras não. Não se preocupe! É coisa de Deus... (rsrs).
Pois bem, já se concentrou, já fez sopinha, formou a maior confusão... Então, vamos lá!
Entre no seu estado concebido de loucura. Pegue a tigela com a sopinha e derrame na sua cabeça, sem medo de escorrer. Estará tudo voltando à sua origem!
No começo você vai se sentir meio estranho, quer dizer, mais estranho que o normal (porque você sempre deve ter sido estranho – rsrs), por conta da confusão das palavras que caíram no seu cabeção, todas ao mesmo tempo. Mas é isso mesmo! Essa sensação é a do seu cérebro se esforçando para colocar o impossível em ordem...
Passado o estado de interfase, tudo começa a fica mais turvo (em nossa linguagem, leia-se... a ficar mais claro). Você começará a entender o contexto da desordem formada em sua mente e começará a juntar as palavras e as idéias. Mas, oh... aleatoriamente! Porque se estiver tudo muito certinho, você vai se sentir incomodado, achando que alguma coisa continua muito errado (e estará!). Você já conseguiu imaginar um maluco sem paradoxos e antíteses... Sem confusão?! Vá por mim!! Siga a desordem das palavras, procurando seguir uma lógica aparente, que no final dá tudo certo. Vai se surpreender com o resultado!
O melhor de tudo é que, dependendo da disposição das palavras vai parecer arte mesmo! E você nem vai precisar se preocupar com o que os “outros” vão falar, porque louco eles já sabem que você é. Já sai no lucro! Para falar a verdade, será pura arte. Covenhamos: a arte é a materialização de uma “loucura” organizada. É sim, é sim!!
Chegando ao fim, você estará esgotado, sem conseguir falar nem mesmo “Xuxa, Sasha fez xixi no chão” uma única vez. Ai você para tudo e vai dormir com suas zilhares de companheiras. Éééé... As palavras das sopinhas, lembra?! Vão ficar lhe perseguindo por todo o seu sono. E de carneirinho, vai ter de se contentar em contar palavrinhas. Mas com o tempo você vai se acostumar!
Quando acordar, não se assuste! Vai estar de ressaca. Éééé... Ressaca mesmo! É que eu esqueci de falar acima que a sopinha é pior do que chá de cogumelo (Nota de esclarecimento: comparação realizada a partir de experiências e relatos alheios! rsrs...). Dá piração mesmo! Mas o efeito passa em alguns dias. Se persistirem os sintomas, consulte um psiquiatra, porque psicólogo será só um paliativo.
Depois de sentir os primeiros efeitos colaterais da sopinha, verifique o resultado da sua “obra”. Você vai ler e, provavelmente, vai me sair com uma daquelas: “Cara, sinistro!!”. Quer dizer, ou vai estar muito, muito bom, ou vai estar sinistro mesmo!! (rsrs...). Mas qualquer que seja o resultado (sempre surpreendente), você estará diante de uma “obra” literária.
Portanto... Respeito!! Quem sabe no futuro você não estará sendo referenciado entre os melhores da literatura universal?! (Lembra dos Mamonas Assassinas?! Então!!) Além do mais, se até as letras do “arrocha” contagiam, imagine o resultado da sopinha?!!
Sim, mas qual a moral dessa história mesmo?!!
O texto foi só para descontrair. Mas se quiser tentar o experimento, manda ver! Eu não consegui deixar o “negócio da sopinha” até hoje, e me sinto feliz por isso a cada dia (e mais insano também, rsrs). E não estou fazendo qualquer apologia, ok!! Até porque, essa prática não seria aprovada pelas rígidas regras do Ministério da Saúde Mental.
Na verdade, eu só queria mesmo era dizer que você incomoda não por ser diferente, mas por “fazer a diferença”!!
E sigam-me os bons!
CIRCULANDO
Sou assim mesmo,
_______Cheio de contradições.
_______________Começo pelo fim;
____________________Termino iniciando;
_________________________Sigo reto
__________________________E passo...
__________________Viro água.
___________Afogo o fogo;
_____Desperto no transe;
______________Esperto da transa;
_____________________Transo a transa
__________________________E me perco no orgasmo.
________________________________Calo, choro, grito e termino.
______________________________________Estático e entorpecido;
_______Cheio de contradições.
_______________Começo pelo fim;
____________________Termino iniciando;
_________________________Sigo reto
______________________________Sigo em círculos;
__________________________________(reto-circulando)
__________________________________________Sigo em frente...
Caminho lento, claudicando;
______________________________________________________Disparo no vento,
___________________________________________Tornando (o) tornado;
____________________________________Vento-veloz-idade:
Ve-lo-ci-da-de.__________________Viro água.
___________Afogo o fogo;
_____Desperto no transe;
______________Esperto da transa;
_____________________Transo a transa
__________________________E me perco no orgasmo.
________________________________Calo, choro, grito e termino.
______________________________________Estático e entorpecido;
____________________________________________Acendo um cigarro
_________________________________________________(que me sorve)
______________________________________________________Sorvo o vício;
Volto ao início...
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/13/2008 10:04:00 AM
SUA VEZ É SEMPRE AGORA
Pertenço a quem quero
Refuto quem não tolero
Reconheço e até confesso
Que sou cheio de excessos
(e exceções)
Sou mesmo intolerante
Por vezes intolerável
Mas também sei ser amante
Amante, amado e amável
(e amigo)
Dissolvo em sentimentos
Me fraciono em partes distintas
Tão freqüentes quanto extintas:
Diversidade de elementos
(e elementares)
Sou homem de uma só mulher
De cada vez, de cada hora
Se você estiver e quiser
Sua vez é sempre agora
(ou toda hora)
Refuto quem não tolero
Reconheço e até confesso
Que sou cheio de excessos
(e exceções)
Sou mesmo intolerante
Por vezes intolerável
Mas também sei ser amante
Amante, amado e amável
(e amigo)
Dissolvo em sentimentos
Me fraciono em partes distintas
Tão freqüentes quanto extintas:
Diversidade de elementos
(e elementares)
Sou homem de uma só mulher
De cada vez, de cada hora
Se você estiver e quiser
Sua vez é sempre agora
(ou toda hora)
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/13/2008 10:00:00 AM
O QUE OS OLHOS NÃO VÊEM...
Visibilidade opaca;
Segueira seletiva...
Viso o visto:
O que quero
E o que não resisto.
Excito, exito,
E adimito:
Se não vejo, não quero,
Não desejo, nem repito...
E tenho dito!
Segueira seletiva...
Viso o visto:
O que quero
E o que não resisto.
Excito, exito,
E adimito:
Se não vejo, não quero,
Não desejo, nem repito...
E tenho dito!
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/13/2008 09:59:00 AM
AMOR MADURO
O amor que conheço... Eu não sei amar.
É um amor que prende, que acorrenta;
É um amor viciado...
Ah!!! Eu quero amar um amor livre,
Desapegado, desprendido...
Um amor desregrado;
Sem "meu" ou "teu"...
Amor que dá liberdade:
Liberdade para ficar,
Muito mais do que partir.
Um amor cheio de pequenos detalhes
E grandes descobertas...
Aquele amor que "está" e por isso permanece;
Porque sempre é "presente";
Nunca passado ou futuro!
Amor que apenas "é"...
Sem "mas" ou "porquês",
Sujeitos ou predicados.
Um amor simples assim...
Sem "identidades", mas pleno de existência.
É um amor que prende, que acorrenta;
É um amor viciado...
Ah!!! Eu quero amar um amor livre,
Desapegado, desprendido...
Um amor desregrado;
Sem "meu" ou "teu"...
Amor que dá liberdade:
Liberdade para ficar,
Muito mais do que partir.
Um amor cheio de pequenos detalhes
E grandes descobertas...
Aquele amor que "está" e por isso permanece;
Porque sempre é "presente";
Nunca passado ou futuro!
Amor que apenas "é"...
Sem "mas" ou "porquês",
Sujeitos ou predicados.
Um amor simples assim...
Sem "identidades", mas pleno de existência.
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/13/2008 09:55:00 AM
SENTIDO
Não vejo sentido em dar sentido
Ao que estou sentindo.
Nem fico sentido,
Pela falha dos sentidos,
Por não ter sentido...
Pois tudo o que sinto,
Em todos os sentidos,
Se não tem sentido,
Já não faz sentido...
Negra a noite...
Perdido na escuridão...
Sem qualquer apologia,
Se a noite não for clara,
Prefiro que seja dia!
Ao que estou sentindo.
Nem fico sentido,
Pela falha dos sentidos,
Por não ter sentido...
Pois tudo o que sinto,
Em todos os sentidos,
Se não tem sentido,
Já não faz sentido...
Negra a noite...
Perdido na escuridão...
Sem qualquer apologia,
Se a noite não for clara,
Prefiro que seja dia!
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/13/2008 09:44:00 AM
POSSO?!!
Para tudo!!
Estou cansado
Das máximas às mínimas coisas.
Cansei de criar caso,
De ter casos,
De brincar com o acaso.
Cansei de defender o indefensável,
De dar soluções ao insolúvel.
Cansei de me sentir sugado!
Cansei de esperar de quem se espera.
Cansei mesmo é da espera!
Estou assim: Seco, seco, seco...
Oco, oco, oco...
Louco mesmo!
Se a sanidade ainda existe
(e deixamos de nos entender
faz algum tempo)
Certamente não me quer por perto.
Estamos de laços cortados!
Portanto, me-deixem-em-paz!
Façam a sua parte,
Sigam seus caminhos...
E ó, ó, ó...
Cuidado pra não cruzarem o meu.
Essa coisa de loucura é contagiosa
E pega mesmo!
Então, não se aproximem.
Mantenham uma distância razoável
(De, pelo menos, mil anos luz).
Se for para se sentirem seguros,
Mudem até de galáxia!
Porque esse negócio de insanidade
É meio radioativo, e vai longe.
E isso é pessoal mesmo!! E extensivo...
Como diria “Zaratruta”: É F #o$d%@!!
Ok, ok, ok...
Considerem-me surtado!
E, por favor, sem comentários!
Estou cansado
Das máximas às mínimas coisas.
Cansei de criar caso,
De ter casos,
De brincar com o acaso.
Cansei de defender o indefensável,
De dar soluções ao insolúvel.
Cansei de me sentir sugado!
Cansei de esperar de quem se espera.
Cansei mesmo é da espera!
Estou assim: Seco, seco, seco...
Oco, oco, oco...
Louco mesmo!
Se a sanidade ainda existe
(e deixamos de nos entender
faz algum tempo)
Certamente não me quer por perto.
Estamos de laços cortados!
Portanto, me-deixem-em-paz!
Façam a sua parte,
Sigam seus caminhos...
E ó, ó, ó...
Cuidado pra não cruzarem o meu.
Essa coisa de loucura é contagiosa
E pega mesmo!
Então, não se aproximem.
Mantenham uma distância razoável
(De, pelo menos, mil anos luz).
Se for para se sentirem seguros,
Mudem até de galáxia!
Porque esse negócio de insanidade
É meio radioativo, e vai longe.
E isso é pessoal mesmo!! E extensivo...
Como diria “Zaratruta”: É F #o$d%@!!
Ok, ok, ok...
Considerem-me surtado!
E, por favor, sem comentários!
Com o dedo no DELETE
Eu estou com um sério problema com o meu indicador (o irmão do médio, anular, mindinho e polegar, sabecomekié?!). Ele está todo nervosinho, descompensado, do tipo pavio curto, querendo fazer a festa com o tal do DELETE (sabecomekié²?!).
Pois é... estou assim... com o dedo no DELETE:
Me encheu o saco: DELETE
Passou dos limites: DELETE
Abusou da boa vontade: DELETE
Se não me soma: DELETE
Me desestabilizou: DELETE
Criou caso: DELETE
Reclamou demais: DELETE
Ta achando pouco o que ofereço: DELETE
Se amar está impossível: DELETE
Deu problema: DELETE
Bagagem em excesso: DELETE
Cansou de mim? Então tome o teclado e aperte o DELETE!
DELETE, DELETE, DELETE, DELETE, DELETE, DELETE
DELETE, DELETE, DELETE, DELETE, DELETE, DELETE
DELETE, DELETE, DELETE, DELETE, DELETE, DELETE,
DELETE, DELETE, DELETE, DELETE, DELETE, DELETE...
Pois é... estou assim... com o dedo no DELETE:
Me encheu o saco: DELETE
Passou dos limites: DELETE
Abusou da boa vontade: DELETE
Se não me soma: DELETE
Me desestabilizou: DELETE
Criou caso: DELETE
Reclamou demais: DELETE
Ta achando pouco o que ofereço: DELETE
Se amar está impossível: DELETE
Deu problema: DELETE
Bagagem em excesso: DELETE
Cansou de mim? Então tome o teclado e aperte o DELETE!
DELETE, DELETE, DELETE, DELETE, DELETE, DELETE
DELETE, DELETE, DELETE, DELETE, DELETE, DELETE
DELETE, DELETE, DELETE, DELETE, DELETE, DELETE,
DELETE, DELETE, DELETE, DELETE, DELETE, DELETE...
A INFLEXÍVEL INCREDIBILIDADE DA SENSIBILIDADE CÉTICA
Todos que conhecem uma fração molecular do estranho espectro denominado “Martone”, sabem que sou de impossível compreensão rasa.
À primeira vista, não é rara a visão “pré-conceituosa” de que sou uma pessoa fria, rígida, inflexível, distante e contraditória.
Estas são as “verdades” projetadas pelos olhos críticos, sedentos de encontrar contradições nas firmes palavras sempre mal-entendidas, quando não incompreendidas, como se fossem as minhas próprias verdades. Pelas pessoas dotadas de “sensibilidade cética” (leia-se a sensibilidade que só concebe ou preconcebe a condução dos sentimentos dentro dos parâmetros da normalidade humana), que me conceituam e me transmutam, acreditando que tento, a todo custo, convencê-las de que o meu ponto de vista é o ponto fundamental.
Não concebo, nem bem aceito as definições atribuídas de frieza, rigidez e inflexibilidade, porque tudo que é frio, rígido e inflexível é morto, não tem vida! Posso ser distante, pois de outro mundo. Posso ser contraditório, posto que todo paradoxo, todo antítese, todo razão e emoção...
A experiência humana me permite, a cada dia, o desapego da necessidade de que as pessoas me entendam, de que as pessoas me aceitem. Não é uma questão de “inflexibilidade”, ou de “auto-suficiência”. Mas uma questão de “estar-bem-comigo-mesmo”. Até porque gosto de quem sou, gosto de como sou e gosto de como estou. Independente dos olhos do mundo!
Desculpe-me se minhas posições às vezes são aparentemente contraditórias. Desculpem-me a incapacidade de verbalizar, dentro do contexto da razoabilidade/relatividade humana, as minhas experiências. Até porque elas são “minhas”, e cada qual sente “suas” experiências de uma forma diferente.
Ao contrário do que muitos pensam, aceito críticas. E exerço a auto-crítica diuturnamente, buscando ser um “ser-estranho” melhor. Daí que as mudanças são sempre bem vindas, mas somente quando não estou bem comigo mesmo e com o mundo, por conseqüência.
Não entendo porque as pessoas precisam mudar constante e invariavelmente para se adequar a realidades muitas vezes idealizadas e estranhas à própria realidade. Remontando e personalizando a figura da “metamorfose ambulante”. Vou mais além... não entendo porque quem está fora desse círculo vicioso vem a ser taxado e rotulado.
Em verdade, eu não tenho conceitos ou preconceitos inflexíveis. Eu tenho “identidade”, identifico-me bem comigo mesmo e sou feliz assim com as minhas (pseudo)contradições, principalmente por não ter sido contagiado pela inflexível incredibilidade da sensibilidade cética.
À primeira vista, não é rara a visão “pré-conceituosa” de que sou uma pessoa fria, rígida, inflexível, distante e contraditória.
Estas são as “verdades” projetadas pelos olhos críticos, sedentos de encontrar contradições nas firmes palavras sempre mal-entendidas, quando não incompreendidas, como se fossem as minhas próprias verdades. Pelas pessoas dotadas de “sensibilidade cética” (leia-se a sensibilidade que só concebe ou preconcebe a condução dos sentimentos dentro dos parâmetros da normalidade humana), que me conceituam e me transmutam, acreditando que tento, a todo custo, convencê-las de que o meu ponto de vista é o ponto fundamental.
Não concebo, nem bem aceito as definições atribuídas de frieza, rigidez e inflexibilidade, porque tudo que é frio, rígido e inflexível é morto, não tem vida! Posso ser distante, pois de outro mundo. Posso ser contraditório, posto que todo paradoxo, todo antítese, todo razão e emoção...
A experiência humana me permite, a cada dia, o desapego da necessidade de que as pessoas me entendam, de que as pessoas me aceitem. Não é uma questão de “inflexibilidade”, ou de “auto-suficiência”. Mas uma questão de “estar-bem-comigo-mesmo”. Até porque gosto de quem sou, gosto de como sou e gosto de como estou. Independente dos olhos do mundo!
Desculpe-me se minhas posições às vezes são aparentemente contraditórias. Desculpem-me a incapacidade de verbalizar, dentro do contexto da razoabilidade/relatividade humana, as minhas experiências. Até porque elas são “minhas”, e cada qual sente “suas” experiências de uma forma diferente.
Ao contrário do que muitos pensam, aceito críticas. E exerço a auto-crítica diuturnamente, buscando ser um “ser-estranho” melhor. Daí que as mudanças são sempre bem vindas, mas somente quando não estou bem comigo mesmo e com o mundo, por conseqüência.
Não entendo porque as pessoas precisam mudar constante e invariavelmente para se adequar a realidades muitas vezes idealizadas e estranhas à própria realidade. Remontando e personalizando a figura da “metamorfose ambulante”. Vou mais além... não entendo porque quem está fora desse círculo vicioso vem a ser taxado e rotulado.
Em verdade, eu não tenho conceitos ou preconceitos inflexíveis. Eu tenho “identidade”, identifico-me bem comigo mesmo e sou feliz assim com as minhas (pseudo)contradições, principalmente por não ter sido contagiado pela inflexível incredibilidade da sensibilidade cética.
DIFERENÇAS
O eu e o tu não são iguais.
O eu é uma primeira pessoa;
O tu, uma segunda pessoa
Com distintas individualidades,
Apesar da singularidade.
O que o eu sente
Pode ser até o que tu sentes...
O que o eu pensa
Pode ser até o que tu pensas,
Apesar das diferenças.
O eu é uma primeira pessoa;
O tu, uma segunda pessoa
Com distintas individualidades,
Apesar da singularidade.
O que o eu sente
Pode ser até o que tu sentes...
O que o eu pensa
Pode ser até o que tu pensas,
Apesar das diferenças.
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/13/2008 09:22:00 AM
POESIA?! ASSIM...
Letras, vogais, consoantes...
Sílabas, palavras e, então,
Chego às frases...
Dispersas ou não,
Com rima, sem rima,
Métricas, assimétricas,
Lógicas, confusas,
Abstratas ou concretas...
Não importa,
Não me importo!
Ainda que tardia,
É dessa forma estranha
Que retiro das entranhas
O que penso ser poesia.
Sílabas, palavras e, então,
Chego às frases...
Dispersas ou não,
Com rima, sem rima,
Métricas, assimétricas,
Lógicas, confusas,
Abstratas ou concretas...
Não importa,
Não me importo!
Ainda que tardia,
É dessa forma estranha
Que retiro das entranhas
O que penso ser poesia.
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/13/2008 09:20:00 AM
DESCONEXO
Minha imagem é o reflexo
De um espelho côncavo
Diante de um convexo:
Turva, confusa, sem nexo.
......................
Nasci e morrerei poeta;
Ébrio, talvez, mas poeta.
É que entre uma dose e outra
E mais outra dose...
Opera em mim uma estranha
M E T A M O R F O S E
De um espelho côncavo
Diante de um convexo:
Turva, confusa, sem nexo.
......................
Nasci e morrerei poeta;
Ébrio, talvez, mas poeta.
É que entre uma dose e outra
E mais outra dose...
Opera em mim uma estranha
M E T A M O R F O S E
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/13/2008 09:17:00 AM
SEM VOCÊ I
Eu sem você...Você sem mim...
Seres sem complemento...
Amor sem fundamento...
Seres sem complemento...
Amor sem fundamento...
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/12/2008 02:22:00 PM
SEM VOCÊ II
Todos os dias a mesma história,
O mesmo fim:
Eu sem você...Você sem mim...
O mesmo fim:
Eu sem você...Você sem mim...
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/12/2008 02:17:00 PM
SEM VOCÊ III
Eu sem você...Você sem mim...
Eles com nós e todos a sós...
Eu bem aqui, você por aí...
Vivemos, pois, para a alegria de dois.
Eles com nós e todos a sós...
Eu bem aqui, você por aí...
Vivemos, pois, para a alegria de dois.
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/12/2008 02:15:00 PM
FRAÇÕES DO TEMPO
Somos assim...
Frações do tempo:
Distantes, próximos, presentes.
Tempo... o tempo é o momento;
O momento é o agora;
Futuro: aparente;
Passado: outra hora...
Se nosso momento
Depende do vento,
Que é de nós isento...
Que nos leve o vento
De dentro pra fora,
De fora pra dentro;
Mas nos deixe viver o momento!
Frações do tempo:
Distantes, próximos, presentes.
Tempo... o tempo é o momento;
O momento é o agora;
Futuro: aparente;
Passado: outra hora...
Se nosso momento
Depende do vento,
Que é de nós isento...
Que nos leve o vento
De dentro pra fora,
De fora pra dentro;
Mas nos deixe viver o momento!
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/12/2008 02:14:00 PM
DIAS CINZENTOS
São dias estranhos estes...
Bem parecidos com aqueles de antes, quando em tenra idade eu tripudiava com meu próprio desespero, sentindo o gosto agridoce das descobertas e decepções. É o ciclo que se completa mais uma vez e revela o torto, o eu oculto... o eu oposto.
São dias difíceis estes...
Talvez nem tão parecidos com os de antes, quando a magia ainda resistia e o sonho era sonhado com alguma maestria. Porque hoje o belo sucumbe ao torto; o torto desnuda o belo e macula tudo que em mim permanecia puro ou singelo.
Dias cinzentos...
Vejo a luz cedendo à cerração, virando a sombra do brilho: o brilho fosco da ilusão. Sinto o frio nos ventos, sinto-me frio nos sentimentos. O amor que antes me pertencia (se é que pertenceu um dia!), tomou contornos de utopia.
Estranhos, difíceis, sofridos, cinzentos...
Que venham os dias, as dores, os desencantos, os desalentos!!! Desculpem-me... É que ainda não aprendi a amar o imperfeito.
Bem parecidos com aqueles de antes, quando em tenra idade eu tripudiava com meu próprio desespero, sentindo o gosto agridoce das descobertas e decepções. É o ciclo que se completa mais uma vez e revela o torto, o eu oculto... o eu oposto.
São dias difíceis estes...
Talvez nem tão parecidos com os de antes, quando a magia ainda resistia e o sonho era sonhado com alguma maestria. Porque hoje o belo sucumbe ao torto; o torto desnuda o belo e macula tudo que em mim permanecia puro ou singelo.
Dias cinzentos...
Vejo a luz cedendo à cerração, virando a sombra do brilho: o brilho fosco da ilusão. Sinto o frio nos ventos, sinto-me frio nos sentimentos. O amor que antes me pertencia (se é que pertenceu um dia!), tomou contornos de utopia.
Estranhos, difíceis, sofridos, cinzentos...
Que venham os dias, as dores, os desencantos, os desalentos!!! Desculpem-me... É que ainda não aprendi a amar o imperfeito.
Postado por Martone Maciel em
Contos
on 10/12/2008 02:12:00 PM
TEATRO DO IRREAL
Passagens...
Antes: épocas afogadas no pretérito;
Depois: idealizações do porvir.
Tempo, tempo...
Um passa-tempo linearmente confuso.
Levado pela brisa turbulenta,
Pois a suavidade aqui jaz,
Vôo ao passar do tempo,
Canto ao soprar do vento;
São manifestações do novo,
Teatro do irreal,
Inspirações passageiras,
Representação ideal.
Antes: épocas afogadas no pretérito;
Depois: idealizações do porvir.
Tempo, tempo...
Um passa-tempo linearmente confuso.
Levado pela brisa turbulenta,
Pois a suavidade aqui jaz,
Vôo ao passar do tempo,
Canto ao soprar do vento;
São manifestações do novo,
Teatro do irreal,
Inspirações passageiras,
Representação ideal.
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/12/2008 02:11:00 PM
RAZÃO POÉTICA
Na minha razão poética...
Não vejo métrica,
Não peço réplica,
Nem quero tréplica,
Talvez estética...
E fica tão exato e perfeito
Quanto a Aritmética.
Não vejo métrica,
Não peço réplica,
Nem quero tréplica,
Talvez estética...
E fica tão exato e perfeito
Quanto a Aritmética.
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/12/2008 02:11:00 PM
CÂMERA LENTA
Na lente da câmera lenta,
Imagens e mistérios...
Movimentos sensíveis e lentos,
Lentos com sensíveis sentimentos.
O toque que toca a carne;
O corpo que toca o corpo,
Em movimentos sensíveis e lentos;
Lentos com sensíveis sentimentos.
Imagens e mistérios...
Movimentos sensíveis e lentos,
Lentos com sensíveis sentimentos.
O toque que toca a carne;
O corpo que toca o corpo,
Em movimentos sensíveis e lentos;
Lentos com sensíveis sentimentos.
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/12/2008 02:10:00 PM
A QUESTÃO DA RIMA
Quando me perguntam
Se faço poesias,
Digo que não, não faço:
Apenas escrevinho
Frases que rimam!
E porque de tantas rimas?!
É um dilema...
Rimar ou não rimar?
Eis a questão.
Se quero, rimo,
Se não quero...
Também rimo;
Será que tenho opção?!?
Se faço poesias,
Digo que não, não faço:
Apenas escrevinho
Frases que rimam!
E porque de tantas rimas?!
É um dilema...
Rimar ou não rimar?
Eis a questão.
Se quero, rimo,
Se não quero...
Também rimo;
Será que tenho opção?!?
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/12/2008 02:08:00 PM
DESEJO DA CARNE
Os olhos, a carne...
Instrumentos da sensualidade.
Belo, necessário e envolvente
É o desejo insano,
Que sucumbe a consentimentos.
Prazeres variados...
Alguns possuídos, dominados;
Outros a mercê da vontade alheia.
Trêmulas são as mãos
Que afagam o anjo:
Frio o olhar do anjo;
Longe o caminho do céu.
Instrumentos da sensualidade.
Belo, necessário e envolvente
É o desejo insano,
Que sucumbe a consentimentos.
Prazeres variados...
Alguns possuídos, dominados;
Outros a mercê da vontade alheia.
Trêmulas são as mãos
Que afagam o anjo:
Frio o olhar do anjo;
Longe o caminho do céu.
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/12/2008 02:07:00 PM
QUALQUER AMOR É AMOR
Em qualquer lugar
Fazemos qualquer ação
Levamos qualquer vida
Seguimos qualquer direção
Em qualquer lugar
Vamos a qualquer parte
Falamos qualquer assunto
Admiramos qualquer tipo de arte
Em qualquer lugar
Qualquer coisa nos agrada
Qualquer mulher nos excita
Qualquer drama se torna piada
Em qualquer lugar
Qualquer diferença é semelhança
Qualquer aparência, coincidência
Qualquer acordo, implicância
Em qualquer lugar
Qualquer graça traz dor
Qualquer dor engrandece
Qualquer amor é amor.
Fazemos qualquer ação
Levamos qualquer vida
Seguimos qualquer direção
Em qualquer lugar
Vamos a qualquer parte
Falamos qualquer assunto
Admiramos qualquer tipo de arte
Em qualquer lugar
Qualquer coisa nos agrada
Qualquer mulher nos excita
Qualquer drama se torna piada
Em qualquer lugar
Qualquer diferença é semelhança
Qualquer aparência, coincidência
Qualquer acordo, implicância
Em qualquer lugar
Qualquer graça traz dor
Qualquer dor engrandece
Qualquer amor é amor.
Postado por Martone Maciel em
Poesias
on 10/12/2008 02:04:00 PM
